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Nosso Diário – Live At Pompeii, psicodelia à beira de um Vulcão musical

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Rics Carvalho, quase produzindo ondas Sísmicas com o Gongo, durante o Live At Pompeii.

Muita apreensão e expectativa rondavam esse show. Mais uma vez, nós, da Echoes Pink Floyd São Paulo, nos propusemos a inovar e mesmo correr riscos.

O Live at Pompeii é considerado por nós e por qualquer fã de Pink Floyd um marco, não só na história da banda, mas na música e é cultuado até hoje. A crítica também o enxerga assim. Pois trata-se de algo singular, inédito.
Porém, ele não tem o mesmo apelo, a mesma pompa de um The Dark Side of the Moon ou o The Wall. O Live at Pompeii, ficou famoso pelo filme e não por um disco. Foi um show realizado pela banda original em um anfiteatro nas ruínas de Pompéia, na Itália, para absolutamente ninguém. Somente técnicos de som, iluminação e equipe de filmagem. No repertório, nenhuma música inédita, a não ser alguns takes de vídeo no estúdio da Abbey Road do Dark Side of the Moon, disco que estava sendo gravado por eles e foi lançado em 1973.
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Renato Moog pilotando sua Nave

A nossa ideia partiu exatamente da junção dessas duas obras, o Pompeii e o Dark Side, num único show. Então, que riscos seriam esses? O Pompeii não é muito conhecido pelo público em geral. Suas músicas são longas e progressivas na essência ou seja, nada comercial nem na época e muito menos agora. São poucas bandas (que temos conhecimento) que tiveram a coragem de levar esse show para o palco, exatamente pela excentricidade e complexidade que o envolve. Para realizá-lo, há a necessidade de se ter equipamentos, instrumentos e recursos da época ou mesmo diferenciados, como um gongo, por exemplo. Assim como criar um clima psicodélico, onde o público pudesse fazer uma “viagem alucinógena” com seus sentidos aguçados. Para isso, tivemos um grande cuidado com iluminação, figurino e tudo o que envolvesse som e imagem.

Para o som, inovamos. Fomos a primeira banda de tributo a fazer um som quadrifônico em um teatro. Exatamente como o Floyd fazia nas décadas de 60 e 70, como experimentação. A ideia original era envolver a platéia em um som “espacial” e, pelo retorno do público, foi um sucesso e atingimos esse objetivo.
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Rics Carvalho

Em termos de imagem, o nosso integrante Renato Moog, maestro e tecladista da banda, criou vários vídeos especificamente sobre aquele show em Pompéia e também sobre tudo que dizia respeito. Ou seja, toda a magia e mistério que envolvia a cidade que foi destruída pelas lavas de um vulcão. Vídeos que foram projetados em um telão gigante atrás da banda que, somado com o clima sombrio de pouca iluminação, proporcionou momentos de êxtase não só ao público, mas à nós músicos também.

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“Realmente foi uma catarse. E nossa felicidade maior foi exatamente fazer o público reconhecer ou mesmo conhecer essa obra prima do Pink Floyd. ” – Rics Carvalho. Ao fundo, na cabine de som, Maurício Cypriano, Maurício Demarchi e Zé Renato, os técnicos do Teatro Elis Regina.

Em seguida, para agradar a todos, tocamos na íntegra o The Dark Side of the Moon, que dispensa qualquer tipo de comentário.
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Angela Cruz e Carina Ascêncio

Contamos com a estreia oficial da nossa mais nova integrante da banda, compondo o time de backing vocals, Ângela Cruz, que surpreendeu a todos nós com seu talento e carisma.

Nessa oportunidade, não poderíamos deixar de agradecer o público presente que, praticamente, lotou o teatro Elis Regina mais uma vez. E que, além da presença marcante, absorveu a ideia e viajou com a gente do início ao fim. E também os técnicos de som, Maurício Cypriano e luz, Maurício Demarchi. Sem o envolvimento “de corpo e alma” deles, esse espetáculo jamais teria sido possível. Com a ajuda do experiente José Renato, formaram um corpo técnico de primeira qualidade e fizeram um trabalho genial.Com a fusão de tudo isso, transformamos a ansiedade e a expectativa em mais um show histórico, memorável, na cidade de São Bernardo do Campo. Sonho realizado!

 

Rics Carvalho

 

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Família Echoes Pink Floyd São Paulo, músicos e amigos!

2 Responses

  1. O grande mérito da banda no show do teatro Elis Regina foi o cuidado com os timbres e a sincronização do áudio com a imagem, esta de parabéns a banda e a equipe técnica envolvida, dignos de gladiar com outras banda do mundo no modelo cover. prarabéns

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